15 de diciembre de 2017

Afetividade e motivação na docência online: um estudo de caso

Afetividade e motivação na docência online: um estudo de caso

Eunice Castro, Keite Silva Melo, Gilda Helena Bernadino Campos

Resumen


Na perspectiva psicogenética walloniana, a afetividade permeia todas as relações entre o aluno-mediador e o objeto do conhecimento. Na Educação a distância será a afetividade que engajará o aluno ao curso e à aprendizagem dos conceitos científicos, por meio da motivação. Esse artigo tem o objetivo de discutir a afetividade construída na mediação pedagógica em um curso online, trazemos o recorte de um estudo de caso sobre o Curso de Especialização em Tecnologias em Educação direcionado para professores e gestores da Educação Básica. Analisamos a relação da afetividade e motivação nas respostas à questão “De que forma a mediação pedagógica do curso contribuiu para o seu desempenho acadêmico”. A metodologia utilizada foi a análise de conteúdo, realizada por meio do software Alceste e contou com a devolutiva de 2117 alunos egressos do curso. Os sentidos presentes na categoria motivação foram divididos em dois grupos, sendo o primeiro, a importância do mediador para conclusão do curso, as características ou atribuições do mediador para que possa motivar o aluno, o apoio do mediador para que o aluno concluísse a especialização. Já no segundo grupo, percebeu-se a importância do mediador acompanhar o desempenho do cursista ao longo do curso e as estratégias utilizadas para esse acompanhamento. Concluímos que, as relações de afeto construídas com o mediador vincularam os alunos ao curso, contribuindo para sua permanência e conclusão e que a afetividade tem um peso relevante na garantia do processo de aprendizagem, pois deve estar inserida na mediação pedagógica e na construção do conhecimento.

Palabras clave


Afetividade; docência online; mediador pedagógico; motivação.

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DOI: https://doi.org/10.5944/ried.21.1.17415

14 de diciembre de 2017

Evaluación del desempeño docente en la formación virtual: ideas para la configuración de un modelo

Evaluación del desempeño docente en la formación virtual: ideas para la configuración de un modelo

Julio Cabero Almenara, María del Carmen Llorente Cejudo, Juan Antonio Morales Lozano

Resumen


Conscientes de la significación de la actuación docente en los procesos formativos (pues es una pieza clave de su funcionamiento y éxito, además de ser un elemento esencial para cambiar, transformar y mejorar las prácticas educativas), y en los contextos de formación virtual en particular, nos adentramos en la temática de la evaluación del desempeño del docente que realiza su actividad profesional bien bajo la modalidad e-learning o b-learning. A partir de una revisión bibliográfica, nos aproximamos por una parte a la conceptualización y caracterización de los procesos docentes en la formación virtual y su evaluación, así como al análisis de diferentes estudios y propuestas que nos permitan identificar los elementos y estrategias a considerar en la construcción de un modelo evaluativo. Entendemos necesario plantear un modelo, que integrando las perspectivas de los diferentes agentes (profesor, estudiantes y directivos) y una combinación de instrumentos (cuestionarios, autoinformes, portafolios, resultados del aprendizaje), se estructure en torno a las siguientes dimensiones: Conocimiento disciplinar, Conocimiento Pedagógico, Conocimiento Tecnológico y Cumplimiento de Normas. Los análisis efectuados permitirán el establecimiento de políticas de evaluación del desempeño docente en procesos formativos bajo modalidad semipresencial u online; al mismo tiempo, se pueden establecer modelos de evaluación que sirvan como práctica pedagógica e investigadora, contemplando las visiones de sus diferentes actores: alumnos, docente y directores o responsables académicos.

Palabras clave


Enseñanza; e-learning; b-learning; Personal docente; Formación de profesores; Evaluación del profesor.

Texto completo:

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DOI: https://doi.org/10.5944/ried.21.1.17206

13 de diciembre de 2017

Instrumento de mensuração de qualidade de materiais didáticos para a educação à distância

Instrumento de mensuração de qualidade de materiais didáticos para a educação à distância

Silvio Paula Ribeiro, Viviane da Costa Freitag, Miguel Afonso Sellitto

Resumen


O propósito desse estudo é apresentar um modelo de mensuração da qualidade de materiais didáticos para educação à distância (EaD). O método de pesquisa utilizado foi a modelagem de apoio multicritério à decisão, por meio do Analytic Hierarchy Process (AHP), e utilizou o software Assistat 7,0 Beta para obter as matrizes hierárquicas e seus respectivos Índices de Consistência. A revisão literária identificou os materiais didáticos comumente utilizados pela EaD. Na sequência, especialistas avaliaram e adaptaram o modelo, para apresentar aos atores do estudo. Os resultados são: documentos orientativos de qualidade na EaD que avaliam os materiais didáticos não elegem um grau de importância aos elementos, apenas os elencam e fornecem linhas gerais de padrões de qualidade; o AHP hierarquizou os materiais didáticos, por grau de importância; o livro texto possui o maior percentual, seguido de vídeo aulas. Esses são os itens que devem absorver maior atenção dos gestores em termos de qualidade, seguidos pelo chat e o rádio. Ao considerar todas as sub-categorias avaliadas para cada material didático, observa-se que o livro texto é o material que prioritariamente requer atenção, ao que se refere à abrangência de conteúdo, seguida de conteúdos livre de erros, viés conceituais ou de abordagem e por fim, a qualidade visual ou gráfica. A sub-categoria de qualidade, que derivam das vídeo aulas prioritariamente são: material livre de erros, viés conceitual ou de abordagem. Essas categorias foram delineadas em consonância com dois padrões de referência para a qualidade de materiais didáticos: AFT (2000) e MEC (2007).

Palabras clave


EaD; Avaliação de Qualidade; Materiais didáticos; AHP.

Referencias


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DOI: https://doi.org/10.5944/ried.21.1.17157

12 de diciembre de 2017

Dimensiones de evaluación de calidad de educación virtual: revisión de modelos referentes

Dimensiones de evaluación de calidad de educación virtual: revisión de modelos referentes

Renata Marciniak, Joaquín Gairín Sallán

Resumen


Evaluar la calidad de educación virtual implica contar con un conjunto de dimensiones determinantes para definir dicha calidad. Los modelos de calidad surgen para proponer, describir y establecer como valorar dichas dimensiones. Hasta la fecha, se han desarrollado múltiples modelos que pretenden conseguir dichos objetivos. Sin embargo, es curioso observar la falta de estudios comparativos acerca de dichos modelos, que no siempre presentan un enfoque coincidente en cuanto a las dimensiones de evaluación de la calidad de educación virtual. El presente artículo tiene como objetivo realizar un análisis comparativo de algunos modelos diseñados para la evaluación de la calidad de educación virtual, incidiendo en dimensiones propuestas para evaluar dicha calidad y establecer cuáles son las dimensiones relevantes o frecuentes consideradas por los modelos seleccionados. Se sintetiza una revisión bibliográfica que aborda el análisis comparativo de 25 modelos y 42 dimensiones de evaluación. Los modelos analizados han sido elaborados, entre otros, por investigadores, universidades, organizaciones de acreditación; y han sido propuestos a universidades para mejorar la calidad de la educación virtual que imparten. Los resultados del análisis muestran que las grandes dimensiones que describen la calidad de educación virtual según los modelos analizados son: el contexto institucional, la infraestructura tecnológica, los estudiantes, el docente, los aspectos pedagógicos y las dimensiones enfocadas en la evaluación del ciclo de vida de un curso virtual: el diseño, el desarrollo y los resultados del curso. Teniendo en cuenta que los modelos existentes poseen algunas dimensiones en común y otras divergentes, se concluye que no existe un criterio unificado en cuanto a las dimensiones abordadas para esta evaluación.

Palabras clave


educación a distancia; educación virtual; educación superior; calidad de la educación; evaluación; garantía de calidad.

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DOI: https://doi.org/10.5944/ried.21.1.16182

11 de diciembre de 2017

Blended learning, más allá de la clase presencial

Blended learning, más allá de la clase presencial

Mercè Gisbert Cervera, Bárbara de Benito Crosetti, Adolfina Pérez Garcies, Jesús Salinas Ibáñez.

Resumen


En este artículo realizamos una revisión en profundidad de la literatura de diferentes análisis y meta-análisis producidos en los últimos años para definir el concepto de e-learning y su incidencia en el ámbito universitario. A partir de los modelos, las herramientas y las estrategias que pueden aplicarse en en la Educación Superior desde la perspectiva del profesorado, del alumnado o de la planificación del proceso de enseñanza-aprendizaje, ofrecemos una serie de recomendaciones orientadas a la planificación pedagógica y la integración de diferentes modalidades de formación (e-learning, b-learning y presencial), teniendo en cuenta la necesidad de orientar los procesos de formación a partir de la necesidad de flexibilidad y cambio continuo. Abordamos el b-learning desde una perspectiva general orientada a la planificación de su uso en la Educación Superior como una estrategia de cambio de carácter organizativo. 

Palabras clave


blended-learning, e-learning, educación presencial, aula, Universidad

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Referencias


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